Inteligência Artificial e Visão Computacional

Capacidade de performar tarefas como seres humanos é uma das características da Inteligência Artificial, constelação de tecnologias capazes de trazer eficiência e economia de recursos para a indústria. Visão Computacional é um dos exemplos de avanço, atuando diretamente no processamento de imagens de forma mais avançada que a visão humana.


Ilustração de um homem ao lado de um computador com diferentes gráficos.

Se seguirmos a definição do dicionário para o termo Inteligência Artificial (IA), nos depararemos com uma série de possibilidades tecnológicas, incluindo a capacidade de máquinas aprenderem e agirem de forma semelhante aos humanos. A dificuldade para definir IA está justamente na amplitude de sua atuação, afinal, ela não é algo único e imutável, além de estar longe de atingir seu potencial máximo.


Basicamente, IA pode ser definida como uma constelação de tecnologias capazes de transformar a forma como vemos o mundo hoje, especialmente no setor industrial. É o caso da Visão Computacional, braço da IA que tem transformado a indústria por sua capacidade de captação e processamento de imagens de forma mais avançada que a visão humana.


Se definir IA e suas diferentes ramificações em um conceito único é uma tarefa desafiadora, apresentar sua capacidade de trazer avanços para o mercado é a saída encontrada pela Pix University, projeto dedicado a desmistificar conceitos para líderes de indústrias interessados em agregar inovação, eficiência e economia de recursos nas empresas em que atuam.


 

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Inovação no mercado com a inteligência artificial e visão computacional

Tanto a IA quanto a Visão Computacional devem ser encaradas como estratégias de negócios. Afinal, sua introdução nas organizações é capaz de trazer vantagens competitivas, agilidade nos processos produtivos e redução de custos. A estimativa é que soluções em IA sigam em expansão em 2022, provando sua aplicabilidade em diferentes segmentos.


Mulher apontando para uma lâmpada ao seu lado.

No caso da Visão Computacional, é possível realizar a captação e processamento de imagens de forma mais rápida e segura que a visão humana, garantindo melhor repetibilidade da avaliação dentro dos padrões de qualidade. É o caso de soluções que atuam na manutenção preditiva de correias transportadoras no setor minerador e da contagem de itens na indústria do aço.


Diferente do que se imagina, investir em tecnologia na indústria diminui os custos da produção, reduz o desperdício de dinheiro e amplia a capacidade de produzir mais em menos tempo. Tendência global, o investimento em inovação por grandes players do mercado mundial cresce a cada ano. Segundo a Revista Forbes, a receita cumulativa com sistemas de reconhecimento e classificação de imagens, por exemplo, ultrapassará US$ 8 bilhões até 2025.


Tecnologias disruptivas nas indústrias


A capacidade de máquinas realizarem tarefas com níveis de inteligência semelhantes aos dos seres humanos pode surpreender e até causar certa estranheza. Entretanto, é inegável que o cenário tecnológico global tem crescido exponencialmente, abrindo portas para que a tecnologia possa ajudar gestores na resolução de problemas de forma mais barata e eficiente, gerando valor para as cadeias produtivas de forma inadiável.


Segundo estimativa da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a introdução de tecnologias de IA no processo de manutenção de equipamentos realizado nas indústrias pode gerar uma economia de até R$ 35 bilhões por ano. Do montante total, R$ 31 bilhões estão ligados a ganhos com eficiência produtiva, o que comprova a urgência da adoção de soluções disruptivas nos mais diferentes setores industriais.


A redução dos gastos com manutenção é apenas um dos pontos em que a tecnologia na indústria pode atuar. Afinal, atender às dores reais do mercado é a principal missão de negócios voltados para o desenvolvimento de tecnologias disruptivas. Dar saltos de produtividade e promover condições mais seguras para as atividades dos trabalhadores é outra vantagem possível graças às novas soluções disponíveis no mercado.


Estimativas apontam que a cada 48 segundos um trabalhador se acidenta no Brasil, o que comprova a urgência da tecnologia na indústria como aliada à mão de obra humana. O mito que paira no inconsciente coletivo ligado às máquinas substituindo completamente a atuação humana precisa ser superado, afinal, tecnologias disruptivas estão prontas para proteger trabalhadores de tarefas repetitivas e de alto risco. É o caso da contagem de itens na indústria, processo repetitivo e exaustivo, como é possível entender aqui.


Por que investir em inovação?


A inclusão de novas tecnologias na cadeia de produção pode ser realizada de forma gradual, seguindo as principais necessidades de cada empresa e segmento. Nesse processo, contar com o trabalho realizado por startups especializadas no desenvolvimento de tecnologias disruptivas se torna fundamental, especialmente para organizações que precisam encontrar soluções mais baratas para demandas reais enfrentadas nas cadeias de produção.


Ao apostarem na parceria com startups já consolidadas no mercado, gestores têm a possibilidade de tomar decisões mais assertivas e seguras, tendo nas mãos avanços que vão muito além da simples automatização de tarefas. É justamente essa a postura necessária no mundo pós-pandêmico, engolido por uma aceleração tecnológica sem precedentes que deve ser seguida pelas organizações que não desejam perder espaço no mercado.


Pesquisas apontam que mais da metade dos executivos brasileiros observaram crescimento na digitalização das operações durante a pandemia. Negócios evoluíram em meses ou até anos à frente do que se esperava, graças à incorporação da tecnologia vivenciada nos últimos meses. Seguir o fluxo da inovação é a tarefa de gestores que pretendem evoluir seus setores nos próximos anos.


 

Quer continuar aprendendo?

Entenda aqui o uso da Visão Computacional na captação de imagens na indústria.

 


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