Inteligência Artificial é capaz de maximizar resultados de empresas


A Inteligência Artificial (IA) é um campo em que máquinas são programadas para aprender e atender funções. Algumas destas funções eram antes comuns apenas a seres humanos, como reconhecer expressões faciais, analisar relatórios e até mesmo tomar decisões baseadas em fatos que já aconteceram. Quando a IA passa a fazer parte da estrutura de uma empresa, níveis de produtividade são acelerados e aperfeiçoados, já que muitas tarefas são repassadas a robôs e o quadro de funcionários pode ser criado de forma estratégica e enxuta, pronto para desempenhar processos específicos.

Podemos vivenciar a experiência da Inteligência Artificial (IA) em situações que já se tornaram parte da rotina, como por exemplo os buscadores de pesquisa. Quando duas pessoas realizam a mesma busca em um pesquisador virtual, os resultados obtidos não serão idênticos. Isso acontece porque existe um sistema de IA que reconhece os hábitos do consumidor dentro do site. Outro exemplo clássico são as análises de crédito dos bancos que, em alguns instantes, são capazes de cruzar dados e entender o poder econômico do cliente.

O objetivo que grandes empresas têm quando implementam sistemas de IA pode parecer economicamente ineficaz, já que em teoria alguns funcionários perdem seu emprego. Porém, o que acontece é um melhor aproveitamento da função realmente humanizada de cada um, o que agrega valor à empresa: agora, a corporação se livra da necessidade de uma força de trabalho excessiva, e consegue seguir em maior velocidade de crescimento e operação.

Organizações exponenciais e o crescimento acelerado

O conceito das Organizações Exponenciais é atrelado à ideia da tecnologia disruptiva, que é quando um novo sistema proporciona o surgimento de uma solução que transforma a maneira de se consumir algo. Quando uma vertente consegue causar essa disruptura, ela traz um efeito de mudança no mercado que é benéfico para organização e consumidor. Enquanto a empresa otimiza seus processos, diminui custos e trabalha com dados específicos e confiáveis, o cliente tem acesso a um produto eficaz, simples, com melhor custo benefício e de fácil acesso.

Organizações que crescem exponencialmente são aquelas que apostam em fatores como inovação e disruptividade para se desenvolver, ou seja: são organizações que usam a Inteligência Artificial (IA) para crescer estrategicamente, conhecendo as dores do mercado e produzindo aquilo que ele precisa, de forma inovadora. Uma pesquisa conduzida pelo Boston Consulting Group avaliou que 85% dos executivos entendem que investir em IA pode levar a empresa a um nível mais alto, fomentando assim o grau de competitividade perante o mercado.

É inegável que, além de trazer soluções que trabalham as dores do mercado de maneira eficaz e acessível, a IA é aliada a outro importante cenário: a capacidade de prever situações que podem vir a acontecer no futuro, analisando as forças e as fraquezas que a empresa possui para lidar com elas. Desta forma, líderes e gestores trabalham com maiores janelas de tempo para solucionar problemas, além de dados confiáveis para tomar decisões.

Machine Learning, a tecnologia autodidata

Traduzido livremente para aprendizado de máquina, o Machine Learning é um dos segmentos da Inteligência Artificial (IA), mais especificamente aquele que analisa um grande volume de informações, extrai o necessário e toma decisões baseado nisso. Em um processo de Machine Learning a interferência de um humano é mínima, e os resultados acontecem através da experiência da própria máquina.

O principal intuito do Machine Learning é fazer com que uma tarefa seja desempenhada em sua eficácia máxima, superando o trabalho que um humano poderia fazer. Um exemplo clássico são os aplicativos de smartphones usados para locomoção, como Uber e Cabify. Estes apps, além de fazerem o serviço de transporte do passageiro, ainda fornecem informações precisas sobre localização do carro e percurso, além de calcularem o tempo e o valor da corrida. Todo este processo é feito através de Machine Learning; a plataforma identifica dados de corridas passadas e se adequa de acordo com a necessidade específica do cliente, combinando informações sobre rotas, desvios, tempo e custo benefício.

Pix Force desenvolve solução de IA capaz de solucionar dores da Indústria Mineradora

Em parceria com a Eneva, a Pix Force desenvolveu uma tecnologia que, quando implantada em drones, é capaz de garantir maior eficácia na inspeção de correias transportadoras, solucionando problemas comuns dentro do setor de mineração. Em busca de otimizar os processos do setor, a tecnologia é capaz de executar tarefas antes comuns a funcionários humanos, como supervisão e avaliação de equipamentos. Desta forma, conquista-se maior eficácia nos resultados, ao mesmo tempo em que a segurança é mantida.

Chamada de Deeptrack, a solução é equipada com sensores infravermelho e RGB que conseguem, ao sobrevoar a extensão de correias responsáveis pelo transporte de minério e outros insumos, indicar as temperaturas individuais e a localização georreferenciada de cada rolo. Após a captura de imagens, a Deeptrack ainda integra essas informações em uma plataforma completa para acompanhamento dos registros históricos de cada inspeção, oferecendo dados como temperaturas individuais dos roletes inspecionados, alinhamento da esteira e anomalias detectadas.

Construída através da Inteligência Artificial (IA) aplicada à visão computacional, a Deeptrack é uma solução de Machine Learning que promove eficácia, agilidade e segurança para o setor, além de ter um ótimo custo benefício se comparado a aeronaves tripuladas e à inspeção humana que é aplicada hoje no mercado. Da mesma forma, a solução evita que trabalhadores humanos sejam postos em situações de risco, e consegue antecipar a solução de problemas que gerariam custo para a empresa.


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